Post Final
O SeJoganaRede falecer-se-á (?).
Motivo1 : ele não está cumprindo seu objetivo inicial.
Motivo 2: falar só sobre português é muito mais legal.
Acesse: menasporfavor.wordpress.com
Descubra o que há de mais legal rolando por aí.
O SeJoganaRede falecer-se-á (?).
Motivo1 : ele não está cumprindo seu objetivo inicial.
Motivo 2: falar só sobre português é muito mais legal.
Acesse: menasporfavor.wordpress.com
De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em
qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é
que a piremria e útmlia lrteas etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser
uma ttaol bçguana que vcoê pdoe anida ler sem pobrlmea. Itso é poqrue
nós não lmeos cdaa lrtea isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. Vdaerde!
Conseguiu ler? Pois é, todo o mundo consegue. Postei só para não perder a linha da redação. A vida está tensa, mas o blog não tem culpa disso.
Andei refletindo semana passada sobre o nome do blog e penso que logo mais ele vai mudar. Seu intuito principal não está sendo cumprido (gerundismo ok), mas, para fazer jus ao “se joga. na rede.” mostro a vocês coisas bacanas que vi na internet nesses últimos dias.
De cara, parece um desenho bonito. Depois, você descobre que é um jogo, e logo em seguida descobre que é uma publicidade. Sem mais, curtam. Muito bonito.
Link → •
Não, não precisa de estômago forte. Alguém perdeu o tempo na vida e fez transplantes de diversas partes do corpo em balas de goma.
Link → •
Sim, nasceram tagarelas.
Violinoo+HipHop
Terrivelmente fascinantes.
Link → •
Até que enfim alguém realizou esta ideia.
Link → •
Todas os links acima foram indicados pelo maravilhoso sisteminha do StumbleUpon.com
Na última semana, mais precisamente no dia 27, foi Dia do Designer Gráfico. A Camiseteria.com, loja de camisetas exclusivas on-line, fez uma promoção em que o seus seguidores no Twitter publicavam um tweet com o link de uma camiseta que gostaria de ganhar, mais a hashtag #CamisetaDesigner. O sorteio de 10 camisetas mais 10 cartazes da Cartazêra seria feito às 16h daquele dia.
O que você tem a ver com isso? Não sei. Só sei que eu fui a 10ª ganhadora. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH *-*.
Escolhi a camiseta Vida Longa aos Reis, feita por Matheus Lopes.
A camiseta chegou em 2 dias, dentro de um pacote MUITO legal e estilosinho. Ela vem também dentro de uma embalagem de pano, enroladinha. Além de 4 balinhas da Camiseteria com os dizeres “Make Shirts, Not War.” e a nota fiscal, tudo certinho.
Para quem não conhece a Camiseteria.com, vou contar porque ela é tão legal. É uma loja on-line, mas não uma loja qualquer. As estampas das camisetas são enviadas por designers ou qualquer pessoa que curta ilustrações, e entram em votação. O público cadastrado no site vota, e as mais bem votadas viram camisetas! Tem um povo lá com cada ideia bacana que só vendo.
E deixo aqui um aviso: a Camiseteria é viciante. Quando você compra uma camiseta, já quer todas as outras. Tá rico? Vai lá. Para comprovar este dado, não aguentei só ter a camiseta que ganhei e comprei mais uma linda. E quero mais, muito mais. MUAH-HUA-HUA me segurem.
Voltando ao prêmio, o cartaz da Cartazêra chegou um dia depois, em uma embalagem linda também, olhem ↓. Eu escolhi o cartaz O Gato, do André Ducci.

É tão bom receber as coisas de graça, né? É melhor ainda quando elas são bonitas e interessantes.
Altas promoções rolam todo dia no Twitter. E ainda tem gente que acha o microblog inútil. Tsc tsc tsc. (onomatopéia para reprovação).
Sigam → @lanegrao (eu) @camiseteria e @cartazera e beijos.
Ma-ra-vi-lha. Os últimos 2 minutos de silêncio em que prestamos condolências à nossa língua foram muito úteis para a nação internauta, segundo estatísticas do WordPress (?). Hoje cedo, eu, Laíza, recebi um e-mail do Brad @Pitton_gg, grande patrocinador, com os ditos populares corrigidos pelo grande, o melhor, o bambambam, o rei: Professor Pasquale.
Para variar, você vai perceber alguns terríveis erros que até TU, Brutos, cometes. Portanto, respire fundo e continue lendo. ↓
Bicho carpinteiro é um escaravelho. Você já viu aquele filme, A Múmia? Lembra daqueles besouros que entravam na pele do cidadão? Os próprios! Mas claro, aquilo é filme. Segundo o Wikipedia, escaravelhos são aqueles besourinhos nojentos que vivem de excrementos de boi, sabe? Então! Nada a ver.
O correto é: Esse menino não para quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro!
E não estranhe, porque “para” de parar perdeu mesmo o acento.
Este foi a Bru que compartilhou. Batata é uma raiz. Não se esparrama pelo chão, e sim fica debaixo dele. Da terra, no caso.
O correto é: Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.
Burro não muda de cor, doce ilusão. E burro foge? Ele não costuma empacar que nem jegue? De qualquer jeito…
O correto é: Corro de burro quando foge!
Você pensava que o significado dessa expressão é que quem sabe se comunicar vai a qualquer lugar! Nem é. Errou. Essa expressão se refere aos tempos em que Júlio César governava Roma e censurava as opiniões das pessoas sobre seu governo. Assim sendo…
O correto é: Quem tem boca vaia Roma.
Significa que quem se comunica, tem o poder. Sinta.
Argh, que nojo! A galera usa para se referir a alguém que é parecido com outra pessoa, mas não é isso e nem é assim que se fala.
O correto é: esculpido em carrara (um tipo de mármore).
Gato caça o que quer, você não pode contar com ele para substituir um cão, sinto muito.
O correto é: quem não tem cão, caça como gato (sozinho).
Lembrando que quem corrigiu esses ditos foi o Professor Pasquale, eu só fiz as observações, beijos.
Você sabe o que significam as expressões que você mesmo usa? Não? Tenso. Veja aqui o significado de algumas delas.
Significa que a pessoa não tem muitas posses, aí ela não tem onde cair morta. Eira é um terreno de terra batida em que os grãos são depositados para secar (agriculturalmente falando). Beira é a beirada da eira. Quando uma eira não tem beira (hahaha), o vento leva os grãos embora away e o dono, ou a galinha, fica sem nada.
É onde pode de tudo, um lugar sem leis, sem ordem de ninguém, é tudo festa. Pois é, pior que é isso mesmo. Só que a mãe Joana não passava de uma safadinia (sic meu mesmo). Ela era condessa de Provença e rainha de Nápoles. Diz a história que em 1347 (fazanos), aos 21 anos, ela regulamentou os bordéis na cidade de Avignon, onde ela se escondia. Sim, “casa da mãe Joana” é sinônimo de prostíbulo.
No século XIX, chegaram muitos imigrantes aqui nas nossas terras tupiniquins. Eles vinham fugidos de guerra e em busca de trabalho. Assim, eles desciam dos navios com ferramentas de trabalho e grãos nas mãos, como quem diz: “tô pronto pra trabalhar, me contrate”. Aí, quem chegava sem nada nas mãos, ou de mãos abanando, era visto como preguiçoso, folgado.
Há diversas histórias envolvendo essa expressão, mas a mais aceitável vem das tradições hebraicas em que bezerros eram sacrificados para Deus como redenção aos pecados. Dizem que um rei resolveu sacrificar uma bezerra uma vez, mas seu filho pequeno adorava o bichinho. Mesmo assim, a bezerra foi oferecida aos céus e afirma-se que o menino passou o resto da vida pensando na morte da bezerra, alheio a tudo, sem ligar para nada mais além disso, “desligadão”.
Homines sunt ejusdem farinae → são homens da mesma farinha, em latim. A expressão, não a farinha.
É uma expressão usada para se dizer de um comportamento reprovável, indigno. Utilizar a expressão “farinha do mesmo saco” é insinuar que os bons andam com os bons, enquanto os maus preferem os maus.
Essa dor parte da premissa de que quando as pessoas estão sofrendo por ciúme ou outra decepção amorosa, elas vão para o bar chorar as mágoas. Assim, ficam enchendo a cara lá no balcão e de tanto permanecerem naquela posição, elas ficavam com dores nos cotovelos. Resumindo: dor de cotovelo significa dor de cotovelo mesmo.
Click, bateu a foto. Antigamente, para se tirar uma foto era preciso esperar cerca de 15 minutos. Aí você pensa: como fazer uma criança espoleta ficar quieta por 15 minutos? Os fotógrafos colocam gaiolas com pássaros atrás deles. Isso chamava a atenção dos pequenos que ficavam paradinhos, entretidos com os bichinhos.
Antigamente, os barbeiros, além de cortarem cabelo e fazerem a barba, faziam extração de dentes, remoção de calos e unhas (AH!), entre outros. Como eles não eram nada especialistas e deviam ser uns grosseiros, esses serviços extra deixavam consequências BEM desagradáveis nos clientes. Aos poucos, barbeiro foi se tornando sinônimo de “pessoa que não faz nada direito”. Daí a expressão “motorista barbeiro”, ou seja, mau motorista.
Há muito tempo, os animais pretos eram considerados “do mal”. Sua procedência era atribuída ao capeta, um terror. As bruxas gostavam de gato preto, aquela velha história. Era muito raro uma ovelha nascer negra, enquanto todas as outras eram branquinhas. Daí vem a expressão “ovelha negra” para aquelas pessoas que se diferenciam por desagradar ou envergonhar as pessoas ao redor. Triste e meio racista, não? Não fui eu que inventei, que fique bem claro.
Nas décadas de 20 e 30 aqui no Brasil a maioria dos jogadores de futebol não tinha salário. Aí a torcida se reunia e arrecadava entre si um prêmio para ser dado aos jogadores. Olha que amor. Esses prêmios eram relacionados popularmente com o jogo do bicho. Quando o prêmio máximo do jogo do bicho era vinte e cinco mil réis, que representava a vaca no jogo, eles diziam “fazer uma vaquinha”, ou seja, tentar reunir o máximo de dinheiro possível para um fim específico.
Após trair Jesus Crito, Judas se enforcou em uma árvore sem nada nos pés, e que havia posto o dinheiro que ganhara por entregar Jesus dentro de suas botas. Quando os soldados viram que Judas estava descalço, saíram em busca dos sapatos e, claro, do dinheiro da traição. Ninguém sabe se acharam essas botas, mas rapaz, devia ser longe, hein?
No século XIX, a galera se visitava e deixava o cavalo lá fora, ao relento. Claro, não poderia entrar na casa. Contudo, se a visita estivesse boa, fizesse chuva, ou sol, e o visitante fosse ficar mais tempo que o esperado, o anfitrião dizia: pode tirar o cavalo da chuva. Agora a gente usa essa expressão como quem diz “senta e espera, meu filho”, ou, a mais nova inventada pela Xuxa, “aham, Cláudia, senta lá”. Se você não entendeu, veja o vídeo da rainha dos baixinhos → aqui.
Pessoa falsa. Choro falso. Falso. Crocodilo é um bicho falso. Quando ele está comendo sua presa (quebrando os ossos, sangue, sangue e mais sangue), faz uma pressão muito forte no céu da boca, estimulando as glândulas lacrimais, né @Mel_Nunes? Diz aí, bióloga. Daí vem a expressão. O crocodilo não está triste, nem com dó. São só lágrimas.
Fontes da vez: minha cabeça / http://www.soportugues.com.br / http://www.historiadetudo.com
Talvez este episódio seja menos tenso que o dos Maias, mas digamos que é o que mais gera confusão. Tratarei sobre a Bíblia. Existem muitas, mas MUITAS interpretações para o que você lerá aqui. Então, vamos lá.
É a religião baseada nos ensinamentos de Jesus Cristo. A Bíblia é o livro sagrado que contém todos esses ensinamentos. O Cristianismo prega que Jesus – o filho de Deus, homem, judeu, bom e misericordioso – sofreu, morreu e ressuscitou para abrir o caminho para o céu aos homens. Para facilitar a compreensão e não entrar muito nos estudos bíblicos, é assim:
aceite Jesus no seu coração que no dia em que Deus perguntar para você que pecados você cometeu, Jesus irá interceder por você e dizer: “Pai, ele é meu servo, tá de boa, pode passar”. Na Bíblia, Deus é apresentado como ser onipotente e onipresente que interfere no mundo e estabelece seu relacionamento com os cristãos por meio de oração.
Enfim, dentro do Cristianimo existem diversas divisões que são estabelecidas de acordo com o que cada um interpreta da Bíblia. Tem gente que crê em um Deus sanguinário que castiga os pecadores, e tem gente que crê em um Deus bom e puro que guia e cuida de todos nós, não importa o que fizemos. Para descobrir mais sobre isso, leia a Bíblia, beijos boa sorte que o livro é grande, mas muito interessante, até para os ateus de plantão.
O fim do mundo será marcado pela volta de Jesus Cristo, filho de Deus. Ele virá para buscar aqueles que o aceitam como seu salvador e levará sua galera para o paraíso. Lá é um lugar de muita paz e harmonia e, o melhor, perto de Deus. MAS, CONTUDO, ENTRETANTO, TODAVIA e etc., não pensem que será simples assim. Na Bíblia, mais precisamente no livro de Mateus, capítulo 24 no Novo Testamento, diz o seguinte:
Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos. E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim.
Bom, guerras já existem neste século e no anterior. Mas ainda não é o fim, então prossigamos para as desgraças.
Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares; (será que podemos adicionar “enchente” nesta lista?) porém tudo isso é o princípio das dores. Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros, levantar-se-ão (mesóclises bíblicas arrasam) muitos falsos profetas e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniquilidade, o amor se esfriará de quase todos. (…) Um irmão entregará à morte outro irmão, o pai ao filho. Filhos se levantarão contra os pais e os matarão (Richthofen? Sim).
Agora… tenso. Muito tenso.
Logo em seguia à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. Então, aparecerá no céu o sinal do Filho o homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do homem vindo sobre as nuvens do céu com poder e muita glória. E ele enviará os seus anjos com grande clangor (?) de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus.
UOU, sol escurecerá? O que os Maias diriam sobre isso? A palavra começa com F, aham. No versículo 36 diz assim:
Mas a respeito daquele dia e hora, ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai.
Sem mais pistas.
Você deve estranhar que este conteúdo não foi tirado do livro Apocalipse do Bíblia, e sim de Mateus. O Apocalipse foi escrito pelo apóstolo João (ou São João, para os católicos) e bem… oferece uma visão mais detalhada do que está escrito aqui, com todas as desgraças, pragas, fogo e o diabo (literalmente) a quatro. Este último livro da Bíblia é curtinho e bem interessante e termina assim:
A graça do Senhor Jesus seja com todos.
Apocalipse 22: 21
Bom, pessoal, tentei ser mais o imparcial possível, mas levem em consideração que eu, autora do post, sou cristã e criada dentro a igreja batista. Sei que muita gente não tem opinião formada sobre o tão falado fim do mundo, portanto compartilhei um pouco do que eu sei (com a ajuda do Poodle e da Internet no post sobre o budismo) para mudar isso.
É isso aí.
Fonte: Minha cabeça + cabeça da minha mãe + Bíblia Sagrada + coisas que o Pastor Eli falou.
Este segundo episódio da série que eu inventei (?) vai falar do budismo.
Calma, entenda primeiro os budistas….participação especial no post do Poodle.

Não é bem uma religião, e sim uma filosofia de vida. Trata-se da busca por uma condição de vida cheia de liberdade interior, sabedoria ilimitada, compaixão, bondade infinita e muita paz. Conseguindo tudo isso, você atinge o “estado Buda”.
Link legal para ler → Os dez estados da vida
Nada de desgraças desta vez, não será um “fim do mundo” catastrófico. O Budismo prega um recomeço todos os dias. Assim, a teoria mais próxima do fim do mundo é uma chamada Era Mappou. Referindo-se ao fim do mundo como matéria, o budismo cita o Ciclo dos 4 kou (medida de tempo budista de transformação, seus engraçadinhos): Formação, Vida, Destruição e Vacuidade (Jyoukou, Jyuukou, Ekou, kuugou). A teoria é baseada no fato de que toda matéria se transforma e a terra também sofre transformações, porém, após o período da vacuidade tudo se refaz, não tendo assim o mundo e universo como algo infinito, mas contínuo e eterno forever. Os budistas não pregam a cobiça à eternidade da Terra ou ao futuro, já que tudo está em constante retorno.
Por falar em retorno…
O hinduísmo (aquele da Índia) é erguido sobre a teoria do renascimento também, are baba.
Fonte: Budismo.Com.Br & http://www.bsgi.org.br/
O mundo vai acabar, uma onda gigante vai nos engolir, a gente vai pegar fogo de dentro pra fora e é isso aí. Acredite no absurdo que quiser, a verdade é que a história da tal profecia Maia roda pela internet já faz algum tempo e realmente podemos observar algumas mudanças (catastróficas) no mundo nos últimos anos.
É terremoto aqui, enchente ali, vulcão acolá, mudanças climáticas estranhíssimas, outro terremoto no primeiro aí da fila, enchente ali de novo, maremoto, guerra, bomba e falta de caráter. É corrupção, traição e descaso. Sem contar a nossa acomodação e impotência perante a essas desgraças todas.
Aposto que até os mais egoístas estão com um medinho lá no fundo do coração → ♥ . Eu estou com certas dúvidas e resolvi dar uma boa pesquisada no que se fala na internet sobre esse assunto e misturar o que já sei. É MUITA COISA portanto vamos por partes. Vamos lá. Seja bem-vindo (a) ao primeiro espisódio da série O FIM DO MUNDO.
A mais famosinha.

Os Maias são um povo (eles ainda existem, ok?) pré-colombiano que, segundo historiadores que escreveram no Wikipedia, surgiram entre os séculos II e IX . A civilização deles possuía naqueles tempos uma língua (falada e escrita) brilhante e um conhecimento profundo de números e astronomia. Sem contar o tal calendário que eles desenvolveram com base no Sol, o tal do Calendário Maia que te assusta. Lá pro ano 900, os Maias entraram em declínio por uma razão até hoje desconhecida, talvez a seca ou algumas revoltas, mas não se sabe ao certo. Eles se dividiram pelas regiões ali de El Salvador, México, Colômbia e outras. Alguns sobreviveram à chegada do Sr. Colombo no século XIV e seus descendentes vivem por aí afora até hoje.
Os Maias acreditavam que Deus, chamado de Hanabku, estava no centro das galáxias (lembra-se que eles eram gênios da astronomia) e se comunicaria com a Terra pela radiação galáctica transmitida para a gente por meio do Sol. Alguns cientistas da astrofísica suspeitam que esta radiação influencia a evolução dos seres na Terra, como já sabiam os Maias e nem desconfiava o Seu Darwin.
Os espertinhos dos Maias acreditavam também que a radiação não influenciava só a evolução dos seres, mas também a atividade das ideias, ou seja, o pensamento. Para resumir, o Sol é um grande formador de opinião. 
Outra coisa, para os Maias, o tempo é divido em eras do Sol. Segundo uma apresentação de PPT muito massa que achei na rede (se liga no link), a primeira era teria sido destruída pela água, depois de chover horrores – coincidindo com o dilúvio da Bíblia-; depois o mundo foi destruído pelo vento e depois pelo fogo. Agora estamos no quarto mundo, que, segundo o rei-profeta Maia Pacal, será destruído pela fome, depois pela chuva de sangue e depois fogo de novo.
Segundo a cronologia Maia, a era atual (este quarto mundo) começou em 10 de agosto de 3113 a. C. e termina em 22 de dezembro de 2012. E toda vez que termina uma era, o que acontece? Desgraça. Os adeptos às catástrofes dizem que esta data é o fim do mundo, o juízo final, queimaremos, morreremos. Porém há também outra definição como a de que marcará o fim de um tipo de mundo (quem leu O Símbolo Perdido do Dan Brown conhece esta história). Dentro desta última teoria encontra-se o fim da hegemonia dos States, o fim do trabalho como nós conhecemos hoje, o fim do dinheiro (vixe) e até mesmo catástrofes naturais poderosas. Os Maias diziam que essas transformações não são assim de uma hora pra outra, tanto que tem gente que acredita que elas acontecem desde 1988. Nós mudamos muito desde lá, com o avanço da tecnologia, medicina e tudo mais, e o mundo realmente anda mais quente, não é? Fato.
Os Maias também afirmam em sua profecia que a radiação do Sol muda constantemente de intensidade (falando leigamente, a parada tem um pouco mais de química e física envolvidas). E parece que agora em 22 de dezembro de 2012, essa intensidade irá mudar de novo, ou melhor, irá aumentar. O mundo irá aquecer e pronto, remake do filme 2012+Presságio e fritamos.
Verdade ou mentira? Não forme sua opinião agora, aguarde os próximos episódios.
Para mais informações sobre a profecia do fim do mundo dos Maias acesse este link aqui → Previsões Maias
Fonte: Wikipedia (sempre) e A Profecia Maia.
Agradecimentos ao patrocinador Brad @pitton_gg
Sim. Pude perceber que o post anterior foi de muita utilidade para companheiras e companheiros da vida off e virtual, fiquei orgulhosa de ver pupilos abominando o através, o seje, o esteje. Durante esta semana recolhi algumas pérolas e resolvi manter minha pose de redatora, por enquanto. Então lá vai ↓
Independente é adjetivo, significa fazer alguma coisa sem ajuda. Mamãe é independente, papai é independente, o Brasil é independente. Independentemente é advérbio e deve ser usado sempre que a palavra puder ser substituída por sem levar em conta, como em “eu amo a @luisalevenstein independentemente dela ser feia e gorda”.
É a palavra inglesa para desempenho. Até o Word sugere a substituição da primeira pela segunda. Outras palavras que devem ser substituídas são ateliê por oficina, complô por conspiração e menu por cardápio.
José, e agora? O vocativo é quem você está chamando. Se estiver no meio da frase, vem SEMPRE entre vírgulas, José, e se estiver no início, põe-se uma vírgula depois. Se vier no final, põe-se uma vírgula antes, José. (participação especial do @falajose).
Essa é boa. Embaixadora é quem exerce a função, embaixatriz é só a mulher do embaixador.
…eu vejo poucas pessoas falando certo essa frase. Muita gente fala “fazem muitos anos”, mas quando o faz indica tempo, ele não concorda com ninguém, e fica impessoal. Faz muitos anos que tento compartilhar essa informação.
É fim de semana. Pense que o contrário de final é inicial. Aí não combina e nem encaixa na frase. O contrário de fim é início, ou seja, perfeito. Fim de semana, início de semana.
Não entendi, eu pego meu homem, você pega sua mina e vamos a um lugar e cada um namora seu par? Não, né. O certo é “quer me namorar?” . E a partir daí sim, podemos dizer que a @laisdf namora o @rafamassa. Por falar em namorar, vamos aos encontros ↓
Suas ideias vão de encontro às minhas, vamos casar? NÃO! NÃO! NÃO! O ser quis dizer que suas ideias e as dele se chocam. O casamento de vocês vai ser regado por discórdias. Case com alguém cujas ideias vão ao encontro das suas, sim? Assim vocês pensarão parecido e seguirão de mãozinhas dadas.
Esta é nova até para mim, nunca sobe se era entre eu e você ou entre mim e você. A resposta é que depois de preposição, usa-se mim/ti mesmo.
Subir para cima, descer para baixo, entrar dentro, sair pra fora, elo de ligação, monopólio exclusivo, já não há mais, ganhar grátis, viúva do falecido, pequenos detalhes (por Rafa). Indivíduo pessoa humana ser, não seja prolixo. Apenas suba ou desça da próxima vez.
Pois é, a put* deu à luz gêmeos. Não deu à luz a gêmeos, nem à luz a uma só criança. Este é o uso correto da expressão dar à luz: Ela deu à luz um lindo bebê, nhoin ♥.
E não todo mundo sem o artigo no meio. Quando se diz “todo homem”, queremos dizer “cada homem”. Quando se diz “todo mundo” é o mesmo que “cada mundo”. Portanto coloque o artigo aí no meio para indicar que é por inteiro ou todos.
Pode significar ver/presenciar ou ajudar, depende do que você usar depois. Então cuidado: a Manoela assiste ao filme do Orlando Bloom e a Jessica assiste os seus pacientes pinguins na clínica veterinária.
Procura-se este homem. Ok, correto. Procura-se empregados. Ok, errado. Concorde o verbo. Procuram-se empregados. Plural, plural.
Ele tinha chego mais cedo, aí ferrou tudo. Não. Chego não existe. Ele tinha chegado mais cedo, e pronto.
Tem é singular, e têm é plural. A @digapri tem medo de agulha, mas os mackenzistas não têm medo do Datena.
Eu tomei Guaraná Antarctica em vez de Coca-Cola, como fez a @killsara. Eu quis expressar substituição. Ao invés de expressa apenas a ideia contrária como na frase “ao invés de entrar, ela saiu”.
Mais é multiplicação, lembra do sinalzinho? +? Usado para somar. Mas é conjunção, liga duas orações e indica ideia contrária. Ainda tem mais erros a compartilhar, mas por hoje é só pessoal.
(apoio de post em → Nautilus)
Nada de enigmas mais, pessoal, sinto muito. Vou agora é reclamar da vida, mas como este meu blog não será um diário, vou reclamar dissertativamente.
Talvez a Laíza, dona do blog, faça parte dos 2% da população que gostavam de exercícios de gramática no colégio. Até hoje, ela vê as professoras de Língua Portuguesa como suas melhores amigas. Mentira, mas o amor pelo português é puro e verdadeiro. É uma língua complicada e cheia de frufrus, mas é muito rica, ainda mais pela mistura de tupi, latim, grego e etc.. [/fim da dissertação] Às vezes, sinto que só por meio da nossa língua é que consigo me expressar completamente, você também pensa assim? Não? Tá bom.
Mas aí vem: por que diabos (hahaha) eu estou escrevendo sobre isso?
Resposta: simplesmente porque, além de querer difundir a beleza de nosso português, sou estudante de comunicação (beijos, Mackenzie) e penso que comunicação é uma arte. Dominar a Língua Portuguesa é sinal de conhecimento (esperteza, manja?) e transmite segurança de conteúdo, ou seja, fale bem para terem fé no que você diz. Uma palavrinha errada pode tirar todos os créditos de sua argumentação e distrair o receptor da mensagem, caso ele pesque os erros da oração (que nem eu). No meu caso, eu faço uma careta involuntária.
Aqui na agência em que trabalho, escrevi algumas dicas, mas acho injusto elas serem mantidas pela corporação. Por isso, vou compartilhá-las, porque vocês merecem, caros leitores.
Terrível!! Não existe nenhum tempo verbal em que o verbo ser se torne seje e nem estar se torne esteje. O correto é SEJA e ESTEJA. A expressão “teje preso” está no vocabulário popular, mas é errada. Assim como “que você seje feliz”, entre outras.
Mim não faz nada, quem faz sou eu. EU é o pronome que realiza a ação e MIM é sempre o que recebe. Este erro é inaceitável. Para mim fazer? ARGH!!! É para eu fazer. Eu, eu, tudo eu, tudo eu!
- Acessa aí o blog para eu ler.
- Já acessou o blog para mim?
Muitas pessoas sabem que o correto é “para eu fazer”, mas o “mim” se tornou um vício de linguagem. Cuidado. Se repreenda, bata a cabeça da parede, faça qualquer coisa, mas evite este erro ao máximo. Um dia você pega o jeito e fala bonito.
A palavra através vem de atravessar, que significa passar para o outro lado. Você não estuda através do livro, X-Men, você faz do livro um meio de estudo, portanto você estuda por meio do livro. Ou não estuda, a decisão é sua. Você pode dizer que através dos anos você aprendeu tal coisa, assim está correto também.
A palavra causa pede preposição DE e não QUE. Você tá bravo por causa que eu te ofendi? Você está bravo porque eu te ofendi, salame(inspiração de @reck_lesslife)! E este porque é junto e sem acento, porque vai mostrar uma causa, olha só que coisa. Duas dicas no mesmo tópico.
É assim, abreviação é como um apelido. O @caiosar tem uma motocicleta, mas ele sempre diz que tem uma moto. Pegou? A motocicleta virou moto, a fotografia virou foto e o telefone virou fone. Isso é abreviação.
Abreviatura é folga de escrever a palavra por inteiro, mas não me venha com internetês! É como a.C. que representa antes de Cristo, ou ainda p. que representa página, h para hora e etc. para etcétera.
Obs¹ (abreviatura de observação): abreviaturas não têm plural. Nada de hs (horas), por favor.
Obs²: A abreviatura de página é p. e não pág. ou pg.. E abreviatura de horas é h mesmo, não hr e muito menos hrs. Para se expressar as horas você pode escrever 10h30 ou 10h30min.
Maioria é grande parte de um todo. O problema com esta palavra é a concordância. A galera diz “a maioria dos jogadores de futebol são pobres”. Não, não. Concorde o verbo/adjetivo com MAIORIA e não com jogadores, ou seja “a maioria dos jogadores de futebol é pobre”. Soa estranho para quem não está acostumado a acertar. Por falar em soa…
Você soa muito quando joga bola? Você faz BLÉM BLÉM feito um sino? É isso? Não. Você quis dizer que você sua muito, do verbo suar, que é o mesmo que transpirar. O sino soa, ou seja, ele emite um som, ele não sua porque ele não tem glândulas sudoríparas.
Cuidado, muito cuidado. O gerundismo não é válido para ações que serão realizadas imediatamente, como “vou estar transferindo a ligação” [/telemarketing]. O correto é “vou transferir a ligação”. A frase “eu bem que poderia estar dormindo agora” está correta, pois indica um processo em andamento, assim como, “não me ligue às 13h, pois vou estar almoçando”. Mesmo assim, se precisar de mais de 2 verbos, evite “vou estar, vou fazer”, use um verbo no futuro e diminua a quantidade de verbos da locução, ex: “estarei”. É, uma vez fiz um gerundismo de 7 verbos numa conversa fútil com Carol Visnadi no MSN. Não me lembro mais.
Há muitos outros vícios de linguagem a se comentar, mas vou guardar para próximos posts.
Você pode ver umas desgraças do português neste site http://www.placaserradas.com.br/ e dar umas risadinhas.
Além do vídeo aqui embaixo (junto, embaixo é junto!) ↓
A PFCF é um projeto musical de Mark Johnson que procura unir pessoas de todo lugar do mundo por meio da música. Este projeto ainda constroi escolas de música mundo afora para crianças carentes. Lindo, não?
O Mister Mark Johnson, criador, reparou em uma certa manhã de rush no metrô de Nova Iorque que dois mendigos tocavam uma música. Ele percebeu o quanto aquela música, independentemente da sua qualidade ou de conhecimento musical dos dois, soava bem e acalmava as pessoas naquela conturbada manhã.
“Playing For Change nasceu da ideia de que nós temos de nos inspirar para nos unirmos como raça humana, e que a música é a melhor maneira de fazer isto”.
Johnson.
Traduzindo do Wiki, o projeto foi inicado em 2004 com o intuito de inspirar, conectar e trazer paz para o mundo por meio da música. Os criadores do projeto, o Mark Johnson e o Enzo Buono, e mais uma equipe de Los Angeles, viajaram pelo mundo e passaram por lugares como Nova Orleans, Barcelona, África do Sul, India, Nepal e até o Brasil, usando um estúdio de gravação móvel. Eles registraram músicos locais cantando a mesma música, no seu próprio estilo. O primeiro single do projeto foi “Stand by Me” e começou com o músico de rua Roger Ridley, de Santa Monica. Depois, eles viajaram mais ainda e filmaram mais músicos e uniram suas performances em um único vídeo. Veja o vídeo e entenda melhor do que eu estou falando (atenção ao nosso Cesar Pope no cavaquinho):
Pronto, sucesso. Você é uma das 18 milhões de pessoas que assistiu a este vídeo e uma das pessoas que deu a ideia ao Mark de gravar vários singles em um CD e DVD. Os dois, foram lançados em abril de 2009 e podem ser comprados no site.
A Playing for Change Organization conta com doações de famosos (beijos, Bono) e de pessoas que curtiram o projeto para erguer escolas de música pelos lugares em que passam. Na verdade, o que eles pedem mesmo no site é simplesmente que você transmita a informação, que compartilhe com seus amigos o quanto este projeto é bacana.
Acesse o site e acompanhe os episódios desta jornada: http://www.playingforchange.com/
Acompanhe no YouTube: Canal PFC
• Conheci este projeto por meio do meu ex-colega de trabalho, o Filipe Spinola e fui lembrada dele nesta Páscoa, pelo @caiosar. Então, fiz o post.
Para finalizar, mais uma música.